Já estamos cansados de sair às ruas preocupados se vamos ou não voltar para as nossas casas em segurança. Só pedimos a Deus que nos proteja de todo o mal que nos possa acontecer enquanto estivermos nas ruas, mas não é só nas ruas que corremos perigo, o perigo está em toda a parte!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Violência no trânsito.


Transitar é um direito de todo ser livre. Entretando, nem sempre esse simples ato é possível de serrealizar sem risco de vida. As avenidas, ruas e rodovias brasileiras se transformaram em verdadeiro caos, pelos mais variados motivos.
As leis brasileiras para o trânsito são rigorosas, mas nem sempre são cumpridas.As regras já foram transformadas em um manual de procedimentos, para facilitar a vida dos motoristas e pedestres. Mas essa medida não é o suficiente, porque envolve direitos, deveres, consciência e valores, como respeito mútuo e solidariedade.
Podemos citar vários itens que precisam ser revistos quanto à educação no trânsito. Começando nas famílias que facilitam o manuseio do carro por seus jovens desabilitados. depois poderíamos abordar o tema alcoolismo, que é uma das causas da violência no trânsito. São adultos que dirigem embriagados e que servem de modelo para os menores. Outros pontos que poderíamos estudar são a manutenção do veículo, o uso obrigatório dp cinto de segurança, o uso do celular, música alta, sono incontrolável... que são também causas de acidentes.
Mas há uma questão ética, talvez a mais importante, que é o respeito. Há ainda a falta de consciência de muitos motoristas, independentemente da idade, que estacionam mal, andam em velocidade alta ou baixa demais em faixas erradas, ou de motoristas que conversam muito e se distraem, outros que não sabem parar para que alguém atrvesse ou, ainda, os que passam no sinal vermelho.
Existem ainda os motoristas que buzinam por qualquer motivo, irritando os outros, em locais proibidos (próximo a hospitais, por exemplo), ou querendo pressionar porque o veículo é maior.
O fato é que, no meio dessa confusão de rodas, estão pessoas cansadas, tensas, agressivas, despreparadas para a convivência e que às vezes, estão esperando uma situação para descarregar suas emoçõese, por isso, podem causar danos irreparáveis à sua vida ou à vida do semelhante.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Violência contra a mulher.


Inúmeros atos violentos acontecem, geralmente, com mais desvantagens para quem é agredido. As mulheres são as vítimas preferidas de estupradores, espancadores, assassinos e machista porque, normalmente, são mais frágeis fisicamente. Elas são o alvo da violência urbana e doméstica. Esse fato assusta as jovens do mundo inteiro e preocupa a sociedade planetária.
A violência sexual atinge mulheres ainda em formação até a terceira idade, comprovando, portanto, que os praticantes desse ato não têm o menor respeito pelo ser humano e querem provar sua força e seu poder covardemente. Às vezes, a violência contra a mulher é causada sob forma de ameaça, provocando uma pressão psicológica, chegando a extremos como o suicídio.
Muitas mulheres vivem, hoje, sendo agredidas em casa pelo marido e obrigadas a silenciarem para que os filhos também não sofram. Mas isso é um engano! Um crime impune fortalece o criminoso cada vez mais e e enfraquece a vítima, anulando-a totalmente.
É preciso lutar para que essas tristes cenas não aconteçam mais, começando na escolha do parceiro e continuando na educação dos filhos (que devem respeitar as mulheres da casa) e das filhas (que devem dividir suas tarefas com os irmãos). Por fim, a conscientização de não-violência à mulher deve partir das próprias ,mulheres, que não deverão se deixar intimidar pela ala masculina. Isto é cidadania!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Violência contra a criança.



É comum, hoje em dia, situações em que crianças de rua fogem das outras maiores para não apanharem ou de adultos que tentam se aproveitar de sua fragilidade, agredindo-as quando não obedecem as suas ordens. Muitas meninas são violentadas para cederem aos seus caprichos.
Geralmente, esses menores são rejeitados pela mãe antes mesmo de nascer, mas eles têm um único objetivo; sobreviver. Longe de casa, acabam perdendo seus seus valores culturais, religiosos, morais e humanos. Perdidos pelas ruas, são obrigados a se refugiar nas periferias ou em qualquer lugar, por tempo indeterminado, buscando meios de vencer a fome das mais variadas formas, desde limpar vidros de automóveis a envolver-se com roubos e drogas.
A agressão por parte dos responsáveis pela criança confirma que o adulto descarrega suas frustrações, suas revoltas, suas decepções no menor, que não vai medir forças com ele.
Em alguns casos, a criança é obrigada a ir em busca de dinheiro ou de comida para os outros que ficam em casa e, caso não consiga trazer nada, certamente será punida. Isso muitas vezes, favorece que a criança aja de forma errada pra não sofrer tais agressões.
Quando a família não vivencia a paz, a criança é a primeira vítima. É o caso das crianças que mal vêem seus pais, ocupados e cheios de programações adultas. Esses meninos e meninas vivem a dor da ausência e vão tentar, de alguma forma, superar a falta que sentem do carinho da família.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Violência: de onde vem?



Violência é uma palavra que desperta muitos debates, muitas notícias, muito desconforto para a sociedade. Talvel não encontremos nunca a solução para os problemas causados pela violência, mas não se pode que é uma questão irresolúvel.
A raiz desse problema começa como toda planta: através da semente; ou seja, a origem para o caos em que nosso planeta se encontra por causa da violência está na própria essência do ser humano, isto é, bem dentro de cada um. E é claro que se todos somos indivíduos com personalidade própria e experiências de vida também diferentes, vamos agir de forma diferenciada nas várias fases da vida.
Um país onde há educação e salários dignos para todos, baixo nível de desemprego e saúde pública organizada, com toda a certeza, formará indivíduos satisfeitos, comprometidos com a sua comunidade e amantes do conhecimento. Uma nação assim tem todas as chances de se livrar da violência doméstica e urbana.
Saber que a não-violência é um caminho duro é um fato, mas não aceitá-lo como uma derrota é usar a sabedoria!